Futuras Coisas é um ensaio sobre o colapso na repetição. Entre a obsessão e a desistência, uma mulher habita um espaço metalizado onde cada dia é uma simulação. Habita a fissura entre o desejo de permanência e a urgência da transformação, num tempo suspenso onde a auto-sabotagem se torna ritual. No limiar entre o sonho e a vigília, onde se inscreve a desistência? Até quando se aguenta a mecânica do próprio corpo? O que sobra quando tudo já foi tentado?